Por sexy_hot | Sábado, 12 Dezembro , 2009, 00:22
 
"O blog dela tem vários factores que provocam o interesse da visita e de acompanhar quase diariamente os seus posts. 
É um blog muito visitado e conhecido na blogoesfera e que está devidamente comprovado pelo incrível número de visitantes que já ultrapassa os 414 530 !!
Os seus textos são sempre recheados de magníficas descrições pormenorizadas que nos arrebatam, homens e mulheres ficam completamente fixados por ler aquelas tão sensuais e escaldantes palavras e imagens que nos transportam para o seu mundo o seu imaginário...
Facilmente dou comigo a imaginar, como ela será?.. como consegues te sentir tão à vontade para falar de assuntos tão privados ... e com tão tanta sensualidade e charme?...
Miúda és uma fonte de inspiração para mim, por isso nunca deixes de escrever assim, fazes a minha motivação e alento crescer com os teus textos.
Sabes arrebatar um homem, imagino que facilmente os colocas à mercê da tua vontade e desejo... poderoso blog!... és uma mulher de poder!.. :P"

 

 

Um dia ela teve o prazer de ler tão deliciosas palavras. Um dia sorriu e sentiu-se a pessoa mais importante do mundo e do universo. Nesse dia sentiu-se poderosa e cheia de imaginação. Escreveu, escreveu, escreveu até mais não, escreveu até que a ponta dos dedos denunciassem uma pequena dor... Escrever dava-lhe tesão, mas... 
 
UM DIA TUDO MUDOU!
 
O Mundo mudou.
As pessoas mudaram, deixaram de ser diferentes, genuínas e passaram a ser iguais umas às outras, pelo menos aos seus olhos. O sexo tornou-se banal e mais banal ainda se tornou escrever sobre ele. Já não havia o factor surpresa. Já nada existia... Um vazio, somente um vazio no meio do nada que é o nada. A vida perdeu a graça, o charme, o encanto, o cheiro, o sabor e a cor. Ela não sabe o porquê, mas sabe que isso aconteceu... Encontra-se adormecida como se da Bela Adormecida à espera do beijo do seu príncipe encantado se tratasse. Muitos são aqueles que lhe perguntam quando volta, muitos são aqueles que lhe pedem para continuar, muitos são aqueles que elogiam tudo aquilo que ela escreveu, mas nenhum mereceu uma resposta, isto porque nem ela mesma sabe a resposta a tais perguntas. Perdeu-se ao virar à esquerda. Perdeu-se na encruzilhada que é a vida. Hoje ela está triste... Afinal de contas percebeu que se perdeu e que é incapaz de se encontrar outra vez. Agora ela sabe... 
 

 

 

 

 

 

Isto não é um adeus, mas sim, um até já!

Obrigada a todos :)

 


Por sexy_hot | Quarta-feira, 29 Julho , 2009, 12:17

Lembram-se da: Proposta (In)decente #1? 

Então preparem-se porque a continuação, depois de largos dias à espera, chegou 

 

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Os concertos. A tenda electrónica. A passagem/paragem em cada barraca. O copo na mão. A música. A multidão. Os copos espalhados pelas 'ruas' cheias de gente. Os seres masculinos e femininos acabados de se conhecer encostados a algumas das paredes improvisadas: beijam-se, abraçam-se, apalpam-se, roçam-se e quase que se despem.  A noite fora longa, mas o melhor estava ainda por vir. 


«Se virares à esquerda ainda vais a tempo.» - disse-lhe.

 

[Continua]

 

 

 

 


Por sexy_hot | Sábado, 25 Julho , 2009, 12:35

Deitados na cama. Um ao lado do outro. A respiração cada vez mais calma. Os sorrisos que trocamos. Todas aquelas palavras... O tempo foi passando, segundo a segundo e minuto a minuto.

Levantei o meu corpo e abandonei aquele estado de perfeito entorpecimento. De pernas afastadas sentei-me em cima de ti, como se assim me preparasse, sem mais nem menos, para te montar. Porém , não era esse o objectivo, pelo menos por enquanto...

Baixei a cabeça e cada vez mais próxima dos seus lábios me encontrava. Entreabri-os e colei-os aos teus. Beijei-te uma e outra vez. Sabia-me bem e a ti, também. Abandonei-os e deliciosos beijos espalhei ao longo do teu pescoço... Com a língua sempre a acompanhar, principalmente naquele pequenos pontos - nos 'pontos-chave'.

 

«Queres saber o que me apetecia fazer?»

«Não, diz-me!»

 

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«Apetecia-me deslizar, serpentear ao longo do corpo. Beija-lo com os meus lábios e delicia-lo com o deslizar da minha língua. Demorar-me em cada milímetro de pele, perder-me... Pegar, agarrar e apertar o teu sexo, senti-lo ficar cada vez mais duro... Senti-lo crescer pouco a pouco... Senti-lo crescer conforme os movimentos para cima e para baixo proporcionados pela minha mão se intensificavam... Abocanha-lo com a minha boca, saboreá-lo com a minha língua, aperta-lo e arranha-lo com os meus dentes... Sentir os latejar das tuas veias. Fazer-te quase, quase, quase vir-te. Abandona-lo e recebe-lo no interior do meu sexo. Senti-lo a abrir-me a carne, a rasga-la, a penetra-la uma e outra vez... Vezes sem conta fazendo-me gemer desenfreadamente.»

«Huuummm... »

«E quando próximo do culminar do prazer estivesses o meu corpo abandonarias. Abandonava-lo para novamente entrares dentro dele, mas não na minha cona, não!»

«Então?»

 

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«De quatro e de rabo bem empinado esperaria por ti e quando pronto te encontrasses junto ao meu corpo ficarias. Primeiro roçá-lo-ias no meu rabo, bem junto à entrada, como que a preparar terreno... Devagar, devagarinho forçá-lo-ias a entrar. Iria doer, ao principio, mas depois... Só prazer riria sentir. Os movimentos lentos e cada vez mais rápidos acompanhados por palmadas secas numa das minhas nádegas...  Os nossos gemidos e suspiros... E assim continuarias até te vires.»

«Acho que estou pronto!» - informaste-me com um sorriso maroto estampado nos lábios.

 

Como será que chegamos ao culminar do prazer,


alguém arrisca responder?

 

 


Por sexy_hot | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 16:40

Durante segundos, minutos, talvez... Olhamo-nos e sorrimos à medida que pequenos e grandes pormenores do corpo um do outro nos iam saltando à vista. 

 

 

Deitaste o teu corpo sobre o meu e foi aí, nesse preciso momento, nesse mesmo instante que pude, finalmente, sentir o teu sexo,

 

duro,

grande e

teso,

 

bem junto à minha carne que minutos antes se vira explorada e saboreada pela tua língua, molhada e humedecida pela tua saliva e, por último, extremamente escorregadia devido à quantidade de mel que dela escorria.

Não havia como negar: queria-te dentro de mim! Queria sentir o teu tesão invadir o interior do meu corpo, queria sentir as pernas tremerem, queria sentir aquele arrepio na espinha, queria sentir a dificuldade de controlar a intensidade dos gemidos, enfim... Queria sentir tudo aquilo que antecede a chegada de um orgasmo.

Sem mais delongas conduzi dois dos meus dedos até ao interior da minha boca que se encontrava particularmente húmida e quente, tal e qual, como o interior do meu sexo. Deixei-os entrar e repousar na minha língua que os acolheu e que lhes ofereceu uma boa dose de saliva. No momento exacto retirei-os e deixei-os seguir caminho até ti, até ao teu sexo, fi-los deslizar ao longo do teu pau e na ponta dos dedos podia sentir o teu tesão, podia sentir o latejar das tuas veias e... Podia sentir a ansiedade, a urgência e o desejo que tinhas em entrar, invadir e explorar o mais íntimo de mim. Repeti o processo uma e outra vez - as vezes que foram precisas. Com a cabecinha bem húmida fizeste-a roçar, 

 

 

para cima,

para baixo,

exercendo pouca ou

muita pressão

no meu pequeno botão, a que

todos chamam de clítoris.

 

De pernas afastadas e ligeiramente flectidas preparava-me para te receber. Roçaste mais um pouco. Para cima, para baixo, para cima e para baixo. Repousei as minhas mãos na zona da tua anca. Queria-te naquele momento. Desejava-te mais do que nunca. Cravei as unhas na tua pele e senti-te entrar...

 

Len-ta-mente,


De-mo-ra-da-mente,

 

dentro de mim.

 

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As estocadas começaram a ganhar movimento e velocidade. O ritmo acelerado. O barulho do teu sexo a entrar e a sair de dentro do meu. A humidade que se formava, que aumentava e que escorria... Os gemidos e suspiros que trocamos. As pernas tremiam. Os arrepios existiam. Os gemidos... Os gemidos... Os meus e os teus. O orgasmo encontrava-se próximo, tão próximo... As estocadas cada vez mais fortes, cada vez mais fundas, cada vez mais demoradas e o ritmo cada vez mais acelerado. A respiração mais funda, mais forte, mais ofegante... cada vez mais ofegante. Os corpos que tremem, que se torcem e contorcem. As estocadas cada vez mais lentas... O ritmo cada vez mais lento... O pulsar das veias... O jorro. O último gemido. O último suspiro. O repouso

 

 

[Continua]

 

 


Por sexy_hot | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 14:18

Deitados, sentados, estendidos, encolhidos e encaixados:

 

Tu em mim.

Eu em ti.

 

Os nossos corpos quentes, ardentes, pulsantes e extasiantes.

A humidade cresce, intensifica-se e escorre. Escorre por entre as coxas - as MINHAS coxas.

Os teus dedos entram, penetram, saem e abandonam para novamente entrarem e para uma vez mais penetrarem.

 

 

«Apetece-me lamber-te toda!»

 

As tuas palavras são música para os meus ouvidos. Durante alguns segundos ecoam na minha cabeça, nas paredes do meu cérebro. Por muito tempo? Não, nem por isso. O olhar que me lançaste assim que tais palavras foram por ti proferidas valeram por 1001 palavras nunca antes ditas, mas sempre entendidas. Nota: perfeitamente entendidas.

Um, dois, três segundos. Talvez mais? Talvez menos? Não sei. Não os contei. Não houve tempo para isso.

De forma lenta, vagarosa, sedutora e provocadora abro as pernas. Eis que te sinto. Sinto-te perto. Tão perto. Deixo-te repousar no meio de mim, no meio das minhas pernas, no meio do caminho que deverá ser, por ti, deliciosamente percorrido. Nada de pressas. Hoje o dia é nosso e o tempo encontra-se parado:

 

Para ti e 

para mim.

Só nós existimos,

nós e o tesão que tanto sentimos!

 

A tua língua a pouco e pouco vai surgindo e crescendo para fora da tua boca, para fora dos teus lábios. Com um leve roçar de dedos afastas as minhas cuecas para bem junto de uma das minhas coxas. Invades-me a carne com a tua língua e com ela percorres cada canto e recanto de mim. A tua língua:

 

 

acaricia,

toca,

saliva e

lambe.

 

«Penetra-me com os teus dedos...» 

 

Concedes-me o desejo. Estremeço. As pernas tremem. Pequenas partes do meu corpo arrepiam-se. Da minha boca pequenos gemidos, suspiros sumidos fazem-se ouvir. Continuas até que te digo:

 

«Pára!»

 

Ainda não, ainda não queria chegar ao culminar do desejo. Fizeste-me a vontade e paraste. Aproximaste-te um pouco mais de mim. Esticaste o braço e os teus dedos acariciaram, brincaram ao de leve com os meus lábios. Por fim, a minha boca abriu-se e deixei-os entrar. Confortavelmente instalaram-se no interior da minha boca.

 

 

Lambi-os,

Saboreei-os e

sorvi todo o meu liquido que neles

escorria.

 

Procurei a tua boca e beijei-te. Com a língua percorri cada canto e recanto desses teus lábios que entranhado traziam o sabor do meu mel.

 

«Gostas mesmo do teu sabor não gostas?»

«Adoro!»

 

 

 [Continua]

 

 

 

 


Por sexy_hot | Sábado, 18 Julho , 2009, 13:30

Pé ante pé aproximo-me da cama.

Subo.

Agarro a almofada e afogo-me nela.

De costas arqueadas e

de rabo empinado,

espero ansiosamente por ti.

 

Encontras-te atrás de mim.

Observo-te pelo espaço que separa

o meu corpo da cama e da almofada.

Sinto-te cada vez mais perto

Sinto o aproximar do momento.

Um nervoso miudinho percorre cada canto e

recanto de mim... De mim e do meu corpo.

 

 

Os longos minutos de espera 

deixam de existir.

A cabecinha do teu sexo

acaricia-me a carne - o meu fruto proibido.

Devagar, devagarinho tentas abrir caminho.

Insistes uma e outra vez.

Sinto-te entrar.

Um forte arrepio percorre-me o corpo,

mordo o lábio.

Dói.

Tiras.

Esperas.

Não desistimos e tentamos 

uma vez mais.

 

Sinto a tua respiração quente

embater-me nas costas.

Sinto as tuas mãos nas minhas ancas.

Forças novamente a entrada.

Entras!

Entras e finalmente o movimento

vaivém inicia-se.

 

É um misto de dor,

É um misto de prazer!

 

 

 

 


Por sexy_hot | Quinta-feira, 16 Julho , 2009, 11:32

 Curiosa,

tentada.

desejosa,

excitada e húmida,

assim me encontrava.

 

Aquele era o dia, aquela era a hora.

Não havia mais por que esperar.

Não havia nada a temer.

Ou era tudo ou não era nada.

O tudo...

Eu queria e

tu também.

 

Os nossos corpos sedentos,

ardendo de tesão,

desesperando de prazer.

As roupas que desapareciam a cada toque,

a cada arrastão provocado pelas nossas mãos e

pelos nosso dedos.

 

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O relógio marcava as 23h30m, 

restava-nos apenas mais meia hora.

Não havia tempo a perder.

Ou era naquele momento ou nunca.

Naquele momento era o que queríamos e

naquele momento o fizemos.

 

As minhas mãos no teu sexo,

duro, rijo e teso.

As tuas mãos na minha carne,

húmida e quente.

Levantaste-te e com uma das mãos

alcançaste o preservativo.

Colocaste-o.

 

«Queres fazer anal?» - perguntei.

 

 

 [Continua]

 

 

 


Por sexy_hot | Quarta-feira, 15 Julho , 2009, 12:09

 «A água escorria e ansiosamente esperava que a banheira obtivesse água suficiente para acolher todo o meu corpo. Enquanto esperava dançava, a música fazia-se ouvir por toda a casa-de-banho, embatia nas paredes, entoava e fazia eco. Dançava e enquanto dançava a roupa ia caindo, escorregando ao longo do corpo e caindo ao longo do chão...»

 


 

«Finalmente a banheira encheu. Acabara de te enviar a SMS. Entrei e senti toda aquela água envolver todo o meu corpo... Encontrava-se morna! Molhei-me e senti cada gota escorrer, deslizar, percorrer cada pedaço de mim, cada pedaço da minha pele... Sorri - o telemóvel acabara de tocar. Decidi fazer-te esperar e continuei o que me encontrava e o que estava prestes a fazer!»

 

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«Peguei no gel de banho que se encontrava pousado na borda da banheira, abri e coloquei uma pequena porção na esponja cor café com leite. Apertei-a e observei a forma como a primeira espuma se formava e como parecia querer fugir daquele local. »

 

«Continua, já chega, não me faças esperar mais! Sê uma menina boazinha e parte logo para a 'badalhoquice'»

 

«Que impaciente que ele é! Nunca ouviste dizer que a paciência é uma virtude? Mas, hum... Seja, deixemo-nos de rodeios e passemos à acção! A esponja pelo meu corpo vagueou, viajou, deambulou... A minha pele eriçou-se... A minha carne parecia pedir que lhe tocasse... Que lhe dedicasse algum tempo... O meu eu interior parecia gritar: "Quero vir-me!"»

 

«Isso, isso... Conta-me, conta-me como fizeste para que essa voz se calasse, conta-me e pára de me fazer sofrer!»

  

«Peguei na esponja e com ela percorri cada curva do meu corpo... O perfume que dele imanava graças ao perfume de jasmim do gel... Hum... E a espuma que se colava à minha pele... Comecei pelo pescoço e imaginei os teus lábios colados nele, a tua língua a deslizar, a subir e a descer fazendo-me arrepiar... Imaginei os teus lábios beijarem o lóbulo de uma das minhas orelhas... Imaginei a tua boca a proferir palavras, frases porcas, obscenas, mas deliciosamente excitantes à entrada de um dos meus ouvidos.»

 

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«As minhas mãos nas minhas mamas... As minhas mamas nas minhas mãos... Os meus dedos nos meus mamilos e os mamilos rijos colados à palma de cada uma das minhas mãos... Uma mão que descia.... Uma mão que parecia ser a tua mesmo sem ser... Uma mão que desceu e que se apoderou da minha rata, da minha cona, da minha vagina, whatever... Um dedo pressionou, friccionou, excitou e por lá ficou... O meu clítoris pedia para não parar, para continuar... Obedeci. Afinal até sou uma menina boazinha estás a  ver?»

 

«Hummmm... Que bom. Pois és, pois és... És uma menina boazinha, tão boazinha que até me estás a deixar de pau feito, achas isso bonito?»

 


 

«Hummmm.... É bem feito, mas é uma pena que eu não possa estar perto de ti, ou melhor, 'dele', para lhe dar o tratamento devido! Continuando: com os dedos de uma mão o clítoris acariciava, com os dedos da outra fazia, com que, um, dois dedos entrassem. Húmida, quente e com um tesão do caralho - era assim que eu estava. Os dedos entravam, saiam, entravam, saiam... Saiam para voltarem a entrar... Entravam para voltarem a sair... Eu gemia e suspirava, uma, duas, três vezes e continuava. O corpo estremecia, pedia por mais. Dei-lhe mais. Peguei no chuveiro, abri a água com a pressão adequada, aproximei-o do clítoris e... Huummm... Gemi, gemi, gemi, gemi, gemi... Gemi até... Até... Até me vir e vim-me. Vim-me e que bem que me soube!»

 

«Também eu me vim!» 

 

 

 


Por sexy_hot | Terça-feira, 14 Julho , 2009, 11:17

  

 

De banho tomado e com uma toalha enrolada à volta do corpo alcancei o telemóvel que tinha tocado fazia já algum tempo:

 

«Há chuveiros cheios de sorte!» - Recebi como resposta.

«E é só isso que tens a dizer?»

 

Do meu corpo pequenas gotas escorregavam, deslizavam...

Do meu cabelo pequenas gotas pingavam...

Limpei-me. As gostas deixaram de existir, deixaram de percorrer, deixaram de explorar cada canto e recanto do meu corpo... Abandonaram-me.

 

«Vais contar-me como foi ou vais querer deixar-me louco de frustração?»

«Talvez queira as duas coisas!»

 

 

Enquanto a resposta à SMS vinha e não vinha...

Enquanto chegava e não chegava...

Com as minhas mãos deslizava o creme...

Aquele creme que deixa a minha pele suave, macia, cheirosa, apetitosa...

Aquele creme que percorre, que desliza, que se entranha em cada pedaço de mim...

Em cada pedaço do meu corpo...

Primeiro nos ombros... Depois nos braços...

Nos seios...

O tempo que me demoro nos seios...

Desço até à barriga para depois voltar a subir, descer, subir, descer e subir...

Uma, duas, três vezes... As vezes suficientes para que fique e...

Para que sinta os meus mamilos erectos, erectos e duros...

Depois abandono-os e desço... 

Percorro as minhas pernas...

Demoro-me nas coxas...

Nas coxas e nas nádegas...

Gosto do meu corpo... 

Gosto do que vejo frente ao espelho...

Finalmente o telemóvel volta a tocar: 

 

«Conta!»

«Não sei se conte...»

«Conta... Conta... Fico doido só de pensar, de imaginar... De te imaginar assim! Consegues imaginar como ficaria se me contasses?»

 

 

Decido vestir-me. Visto-me e saio daquele compartimento. Sento-me e acendo um dos meus cigarros. Com a mão direita vou deslizando o 'tal dedo' pelas teclas exactas do teclado do telemóvel... As palavras começam-se a formar... Uma apôs a outra... Uma e mais outra e tudo começa a ganhar um novo contexto.

 

[Continua]

 

 

 


Por sexy_hot | Segunda-feira, 13 Julho , 2009, 01:41

 

 

«A roupa repousa no chão... Espalhada de forma aleatória e despreocupada.

Pé ante pé  aproximo-me cada vez mais da banheira...

Caminho nua, totalmente nua e desprotegida...

Perante a tua ausência já nada me resta senão  imaginar-te enquanto que...

Com o chuveiro me vou tocando...»

 

[Continua]

 

 


Escreve-me para

 cravo_e_canela@sapo.pt

ou para

cravo-e-canela@hotmail.com

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tenho pena.. adorei o blog!!
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